A transformação digital tem vários benefícios: promove um aumento na produtividade das empresas, permite o trabalho remoto, o acesso a mercados mais diversos, além de ter reduzido o tempo de resposta nos negócios. Porém, para acompanhar esse desenvolvimento é preciso ampliar as medidas de segurança contra possíveis ataques ou vazamentos na mesma velocidade em que os pontos de exposição se multiplicam. A cibersegurança não apenas implica o olhar da empresa em relação aos seus dados, mas também também sobre dados do consumidor. As pessoas fornecem informações para empresas sempre que interagem com as marcas. O Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, sigla em inglês) entrou em vigor na União Europeia forçando as empresas a praticarem uma postura ativa para proteger os dados de seus clientes e usuários: aqueles que não cumprem com o referido regulamento ou falham em qualquer um de seus itens estão expostas a multas pesadas.

De acordo com o International Business Report (IBR) de Grant Thornton, o número de ataques cibernéticos que causaram perdas superiores a um milhão de dólares aumentou 63% nos últimos três anos. Diante desse cenário, 66% das empresas estão focadas em ações que visam dar mais privacidade aos dados. Além disso, 59% disseram estar se preparando ativamente para futuras regulamentações que com foco na segurança digital. O Cyber Security Hub estima que até 2021, as violações à segurança cibernética custarão às organizações mais de seis bilhões de dólares.

Nessa mesma linha, a Organização dos Estados Americanos (OEA), se concentraram no setor financeiro da América Latina, em função da crescente digitalização e, ao mesmo tempo, por ser um segmentos mais visados por ataques de  hackers. Num Relatório da OEA sobre o setor bancário na região, a entidade afirmou que 92% dos bancos identificaram algum tipo de evento (entre ataques bem e mal sucedidos) de segurança digital. 37% disseram que foram vítimas de ataques bem-sucedidos.

Mas não apenas o mundo das finanças está em perigo. Empresas como Toyota, Yahoo!, Marriott e Equifax sofreram ataques que causaram perdas econômicas significativas e danos às suas respectivas imagens.

“Para acabar com esses crimes, é necessário ter um software de segurança forte e atualizado, e não economizar nos testes contínuos, porque detectar uma brecha por meio da qual as informações podem ser filtradas é a ação preventiva essencial para cuidar da reputação da empresa.”, alerta Pablo Azorín, CTP e cofundador da BairesDev,, a empresa de desenvolvimento de software que mais cresce na América Latina, que acaba de ser incluída entre os melhores provedores de serviços Business to Business da Clutch.

Azorín também recomenda implementar o monitoramento permanente para detectar possíveis vazamentos, bem como ações suspeitas, por negligência ou por má intenção. De acordo com o cofundador da BairesDev, é conveniente “ter uma VPN (rede virtual privada) para que o trabalho remoto esteja sempre em um ambiente seguro. Também é necessário treinar os funcionários para que não sejam vítimas de práticas conhecidas, mas ainda eficazes, como phishing, porque se a credencial de um funcionário for falsificada, o hacker poderá ter acesso a informações confidenciais”.

Não deixar passar pontos sem revisar e não poupar esforços para fortalecer barreiras são a chave para um ambiente digital seguro e confiável. “Ter especialistas em segurança cibernética é essencial, pois é uma área que exige atualização e treinamento constantes e não possui margem para erros. A segurança do computador é sempre inegociável. Nenhum dos projetos realizados terá sucesso se a segurança falhar”, acrescenta o porta-voz da BairesDev, empresa detentora de talentos da lista Top 1% TI da América Latina.

Soluções para 2020

À medida que a segurança cibernética se torna mais crítica, as empresas precisam contratar especialistas para resolver possíveis problemas e evitar riscos. No entanto, de acordo com o relatório mencionado acima, 63% das empresas relataram uma escassez de especialistas no campo, ou porque não possuem recursos financeiros para contratar mais funcionários ou terceirizar a tarefa. “Os profissionais de segurança cibernética têm altos salários e são frequentemente atraídos por grandes corporações”, explica Azorín.

Nesse cenário, a terceirização se tornou a solução ideal. “Os ataques cibernéticos não são apenas direcionados a grandes empresas com grandes quantidades de dados e equipamentos de TI. Os hackers também visam pequenas empresas, pois as consideram mais fracas. Com tanta exposição ao risco cibernético e tão poucos especialistas, as empresas estão recorrendo à terceirização como uma solução prática ”, explica o porta-voz da BairesDev, uma das empresas de terceirização de software mais reconhecidas da região.

Poucas empresas têm a capacidade interna necessária para implementar e manter um programa abrangente e adequado de segurança cibernética. Mesmo empresas com grandes equipes de TI geralmente não têm a experiência necessária para acompanhar constantemente as atualizações de segurança cibernética. “Os especialistas que trabalham em empresas terceirizadas devidamente verificadas e confiáveis são uma resposta eficaz e cada vez mais utilizada”, conclui Azorín.

Sobre BairesDev

É a empresa de soluções tecnológicas com maior crescimento na América Latina, com escritórios nas principais cidades da região e nos Estados Unidos. Oferece serviços para empresas de todos os tamanhos, desde startups até empresas mundialmente conhecidas, lideramos projetos para Google, Rolls-Royce, Pinterest, IBM, Sirius XM, Motorola, Viacom, entre outros. Anualmente, recebe mais de 240 mil currículos de candidatos interessados em trabalhar em sua equipe, dos quais apenas os mais talentosos e 100% bilíngues, são contratados.

Para mais informações, visite: https://www.bairesdev.com/

Fonte: BairesDev