Por: Luís Osvaldo Grossmann

O uso da internet e de ferramentas digitais, inclusive pelo Poder Público, é generalizado e segue em avanço no Brasil. Ainda assim, o país vai mal na comparação internacional sobre segurança da informação. Para endereçar pelo menos parte dessa questão, o Gabinete de Segurança Institucional trabalha no desdobramento da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética e prepara uma proposta de projeto de lei para generalizar alguns dos princípios ali previstos.

“Estamos trabalhando, no momento, na elaboração do projeto de lei da segurança cibernética para que a sociedade como um todo tenha normas para seguir que nos aumentem a resiliência, que nos tornem mais confiáveis no ambiente digital, que nos fortaleçam para que, ao recebermos a quantidade de ataques, de problemas de segurança cibernética, possamos ter a resiliência necessária para enfrenta-los e tornar o ambiente digital brasileiro mais confiável e seguro”, afirma o diretor do Departamento de Segurança da Informação do GSI, general Antonio Carlos de Oliveira Freitas.

Ao discutir o tema durante o 7º seminário Cyber Security – Gestão de Risco no Governo, promovido pela Network Eventos em Brasília, no dia 27/11, o diretor do DSI ressaltou que a 70ª posição do Brasil no ranking global de segurança cibernética está diretamente associada à falta de maturidade no assunto. “A maturidade traduz problemas de educação, basicamente. E educação no sentido de sensibilidade para a segurança, conscientização de que é necessário agir para diminuir os riscos. Desde as crianças até os mais altos dirigentes do país e das empresas precisam ter essa consciência.” Assista a entrevista.

Fonte: Convergência Digital