Resultado de imagem para executivo de Segurança da Informação

Quando estamos no início ou em meio ao desenvolvimento da carreira é comum vislumbrarmos posições de destaque, culminando no corpo executivo da área ou da organização, seja para concretizarmos nosso plano de carreira, seja para melhorarmos nossa situação financeira e diversos outros motivos.

Em Segurança da Informação, este caminho é um funil bastante estreito, pois a característica da área, de poucas pessoas, porém especializadas e qualificadas somado ao pouco número de posições executivas disponíveis (e também ocupadas por um longo tempo por quem já está no topo) são fatores que dificultam a progressão de carreira neste segmento.

Mas e quando chega o grande dia? O que muda?

Relativamente nada muda, pois se você se tornou um executivo é porquê já estava atuando neste nível de carreira, tendo sido observado e avaliado frequentemente para que pudesse, de fato, ocupar esta posição formalmente.

Competências como gestão de pessoas, recursos, demandas, projetos e integração da área atendendo ao negócio são os principais fatores de sucesso para o indivíduo, além de suas capacidades de especialista da área que contarão como bagagem para a discussão, avaliação e contratação de serviços e assuntos relacionados.

Efetivamente, mesmo atuando neste nível, o que muda após a tão sonhada conquista da posição é a cobrança. Esqueça níveis superiores ao seu onde antes você podia escalar ou pedir ajuda na resolução de conflitos ou problemas complexos – Agora esta é sua missão, pois espera-se de um executivo que ele seja um solucionador de problemas e conflitos, e não um repassador de dores de cabeça à Direção.

E, especificamente em Segurança da Informação, é esperado que esta figura seja capaz de gerenciar situações de conformidade, ataques, ações pró-ativas e reativas, tecnologias de Segurança em TI, capacidade de atuar em auditorias internas, externas, de clientes; e questões de regulações relacionadas a proteção de dados.

Portanto, a principal diferença sentida entre o nível não-executivo para o executivo é o aumento da responsabilidade e autonomia agregado à sua capacidade técnica desenvolvida ao longo de sua carreira, pois assim é possível atuar como um mentor para a equipe sem tirar-lhes a autonomia e criatividade.

Fonte: Blog do Rodrigo Magdalena