Relatório revela que todas as organizações consultadas tiveram ao menos um incidente com malware ao longo do ano passado; 89% delas tiveram ataques man-in-the-middle em uma rede wi-fi e tinham, em média, 35 dispositivos desbloqueados ou roteados que não estavam protegidos pelas soluções de gerenciamento empresarial.

Cerca de dois terços dos profissionais de segurança duvidam de que suas organizações possam impedir uma violação dos dispositivos dos funcionários, enquanto que 94% deles esperam que a frequência dos ciberataques mobile aumente. Esse é um dos destaques do relatório de Ameaças para Dispositivos Móveis da Check Point.

A investigação estudou o impacto das ciberameaças móveis em ambientes corporativos, revelando que a mobilidade está sob ataque constante, afetando todas as regiões e setores industriais, nas duas principais plataformas (Android e iOS). As ameaças são capazes de comprometer qualquer dispositivo e acessar dados confidenciais a qualquer momento.

Segundo a pesquisa, as empresas de tecnologia possuem a maior parte dos dispositivos protegidos (32%), seguidos pelo setor financeiro (21%), fabricantes (15%) e telcos (12%). Por outro lado, a maior parte dos ataques de malware móveis atingem as instituições financeiras (29%), seguidos pelos serviços públicos (26%) e empresas de tecnologia (18%).

Os especialistas da Check Point preveem que os cibercriminosos continuem atacando os setores de finanças e serviços públicos por estes protegerem ativos valiosos. Além disso, os dispositivos móveis possuem maior potencial de ataque, uma vez que são mais fáceis de serem hackeados e possuírem ainda mais dados confidenciais que os PCs.

Para conhecer todas as descobertas da pesquisa da Check Point, acesse o Relatório de Investigação de Ameaças para Dispositivos Móveis, clicando aqui.

Fonte: Security Report