Windows se mantém como a plataforma mais atacada; criação de novos malwares ocorre em ritmo exponencial e o futuro não reserva boas notícias quando o assunto é ataques cibernéticos.

Segundo um novo relatório da G Data, foram detectadas cerca de 10 milhões de novas ameaças cibernéticas somente no primeiro semestre deste ano. O Windows se mantém como a plataforma mais atacada e os cavalos de troia (trojans), PUPs (programa potencialmente indesejados) e adware, mais uma vez, as ameaças mais repetidas.

O estudo mostra que a criação de novos malwares ocorre em ritmo exponencial e que o futuro não reserva boas notícias quando o assunto é os ataques cibernéticos. Há dez anos, foi identificado a existência de 133.253 novos malwares, um número insignificante se comparado aos dez milhões de hoje e se considerado também que os criminosos levam hoje apenas cinco dias para criar a mesma quantidade exemplares de vírus criada durante todo o ano de 2007.

De acordo com o levantamento, nos primeiros seis meses deste ano, os criminosos produziram 4.891.304 novos programas maliciosos, 70% do total do ano passado. Isto significa que mais de 27 mil novos vírus são criados por dia ou um novo vírus a cada 3,2 segundos. “Essa é situação figura alarmante”, comenta Ralf Benzmüller, especialista da G Data.

“O cenário é, de fato, assustador: aproximadamente um em cada seis programas maliciosos foi criado diariamente durante o primeiro semestre de 2017. Se este ritmo vertiginoso de malware for mantido, finalizaremos o ano com um lote de 20 milhões de novas ameaças”.

Fonte: Security Report