cadeAutora: Ana Paula Lobo

Estudo da Akamai – “State of the Internet”, com dados relativos ao segundo trimestre – identificou o tráfego de ataques à Internet a partir de 175 países ou regiões, dois a menos do que o verificado no trimestre passado (1T13) – e que traz a Indonésia como a fonte de ameaças de maior volume observado, com 38%. A China, que trocou de posição com a primeira colocada, aparece em segundo lugar, com 33%, e os EUA ficam na terceira colocação, com 6,9% dos ataques. O levantamento pondera, no entanto, que que a região de origem do IP de ataque pode não representar a nação na qual o hacker reside. As dez maiores regiões e países fontes de ataque geraram 89% das ameaças observadas no período, sendo que, novamente, a China e a Indonésia foram responsáveis por mais de 50% do volume total. Assim como no trimestre anterior, o Brasil figura em 8º lugar, com 1,4%.

Em relação às portas mais vulneráveis, pela primeira vez a 445 (Microsoft-DS) não foi a primeira colocada, ficando em terceiro lugar com 15% do tráfego de ataques. À frente dela estão: porta 443 (SSL [HTTPS]), com 17%, e a 80 (WWW [HTTP]), a mais vulnerável do período com 24%. No período, 318 ataques DDoS foram reportados pelos usuários Akamai, 54% acima dos 208 do último período. Desse montante, 134 foram apontados por grandes corporações – que incluem instituições financeiras, por exemplo –, 91 pelo segmento de Comércio, 53 por clientes de Mídia e Entretenimento, 23 por empresas de Tecnologia e 17 por agências do setor Público.

Leia Também:

Nos EUA, 13 membros do Anonymous são indiciados por ataques DDoS

Divulgação pública de exploit para IE pode provocar ataques generalizados

Empresa descobre “Icefog”: nova campanha de espionagem virtual concentrada em ataques a alvos japoneses

Fonte: Akamai