Crédito da Imagem: G1
Crédito da Imagem: G1

Autor: Luis Osvaldo Grossmann

Apesar de o Brasil ter aberto a assembleia geral da ONU com duras críticas à espionagem americana, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, garantiu que as atenções nesta ultima terça-feira, 24/9, estarão voltadas a outro lugar: em seu discurso, pouco depois da presidenta Dilma Rousseff, o foco foi o Irã e a promessa de um acordo sobre armas nucleares entre os dois países.

A espionagem apenas foi mencionada rápida e discretamente quando Obama discorreu sobre os Estados Unidos estarem “se desviando do passo da guerra perpétua”. Os exemplos, no caso, seriam a saída de tropas do Iraque e limitações no uso dos ‘drones’, os veículos aéreos não tripulados.

Assim como revimos como utilizamos nossa extraordinária capacidade militar de forma condizente com nossos ideais, começamos a rever a forma como coletamos inteligência de forma a balancear as legítimas preocupações com segurança dos nossos cidadãos com as preocupações sobre privacidade que todos compartilham.”

No mais, o discurso do presidente americano listou “os perigos que permanecem”, como prova o atentado terrorista em um shopping do Quênia, e episódios no Oriente Médio e no norte da África, Paquistão, Al-Qaeda e, naturalmente, a crise atual na Síria.

Leia Também:

Tira o olho, Obama!

Em um ano, EUA teriam comandado 231 ciberataques

Governo dos EUA fez espionagem industrial

Fonte: Convergência Digital