Crédito da Imagem: Convergência Digital
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Após o site da Polícia Militar do Rio de Janeiro ter sofrido ataque de hackers neste ultimo final de semana quando informações pessoais dos policiais – estimam que 50 mil tiveram seus dados divulgados no sábado à noite (14), o presidente da Associação de Oficiais da Polícia Militar, coronel Fernando Belo, está orientando aos policiais que troquem seus endereços eletrônicos, o número de seus celulares e façam contato com seus bancos para evitar que mais informações vazem na rede.

A Polícia Civil divulgou nesta ultima segunda-feira,16/09, uma nota informando que a Delegacia de Repressão à Crimes de Informática (DRCI) está investigando o caso. Uma fonte da delegacia, de acordo com reportagem do jornal O Globo, informou que o site da PM e do Proeis não tinham códigos criptografados, o que facilitou a entrada de hackers no site.

Belo espera a identificação rápida da pessoa que conseguiu acessar e divulgar dados pessoais de policiais militares através da internet. Segundo o coronel, hoje é fácil identificar os usuários e responsáveis por meio da identificação do computador. Ele acrescentou que a associação irá oferecer ajuda jurídica aos militares que tiveram seus dados pessoais vazados na rede. A ideia é entrar com uma ação civil pública contra essas pessoas.

No Facebook, o Anoncyber & Cyb3rgh0sts assumiu o vazamento e pediu desculpas pelo ocorrido, revelam ainda outras reportagens. O grupo explica que a medida foi tomada por um dos integrantes sem a autorização da administração da página. “Se houvesse o consentimento de tal informação, vetaríamos sua publicação, pois cremos que isto iria acarretar consequências negativas, que foi justamente o que aconteceu“, justificou a administração da página.

Também no final de semana, o site da Assembleia Legislativa do Ro de Janeiro (Alerj) foi atacado por duas vezes no fim de semana. O primeiro ataque ocorreu no início da noite de sexta-feira e o outro no sábado. O site já voltou ao normal mas os técnicos da Alerj ainda analisam se alguma informação foi adulterada. Há dez dias, o site já havia sido atacado pelo grupo Anonymous. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, a invasão teria sido praticada pelo mesmo grupo que invadiu o site da PM no fim de semana.

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Fonte: Convergência Digital com informações do jornal O Globo, Jornal do Brasil e Estadão